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Apoio Pedagógico APRENDER

O Apoio Pedagógico Aprender tem o objetivo de conduzir as crianças e adolescentes do ensino fundamental e médio a vencer os obstáculos em  sua aprendizagem, a descobrir, refletir,   e  ter autonomia de estudo, recriar o seu próprio caminho no seu processo de aprendizagem: aprender a aprender.

Oferecemos serviços personalizados,   em salas ambiente, onde o educando será acompanhado  por tutores com licenciaturas nas  areas de exatas e humanas, atuando  de acordo com a metodologia adequada para atender os objetivo do Apoio Pedagógico.  O educando terá a oportunidade de ser atendido na sua individualidade e   conforme o seu  ritmo de aprendizagem, favorecendo o sucesso na escola e na vida.

…acredite e deixe acontecer!

 

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Reino das pimentas

 Por que comer pimenta?

A especiaria não serve apenas para temperar a comida.

 

A pimenta já não é mais considerada apenas um condimento. É também um poderoso remédio contra o colesterol, doenças de estômago e dor de cabeça. Além disso, ainda é uma excelente arma contra o mau humor e, como se não bastasse, um produto afrodisíaco. E pensar que ela já foi rejeitada por ser considerada prejudicial à saúde… Pois é, agora ganhou a merecida fama de alimento com grandes propriedades nutritivas, indispensável para o cardápio dos brasileiros. No entanto, é bom que seja consumida com moderação, pois tem algumas contraindicações. Tem pimenta boa para gripe, enxaqueca e pressão alta. Pode ser consumida crua ou no tempero de diversos pratos. Só não vale fazer careta na hora de comer e reclamar que ela é “ardida”. É justamente essa ardência, causada por uma substância que na pimenta vermelha é chamada capsaicina, a grande responsável pela maioria dos efeitos benéfcos do alimento. E ninguém pode dizer que consumir pimenta demais enjoa, pois há uma variedade enorme de tipos disponíveis nos mercados.

 

 

Como é possível um alimento tão pequeno proporcionar tantos benefícios à saúde? Esse é o caso da pimenta

 

Por trás de sua cor avermelhada (ou preta, depende do tipo) se esconde uma substância amiga do organismo, capaz de atuar em diversas áreas do corpo. Com vocês, a capsaicina. Mas as boas notícias não acabam por aí. Nutriente como a vitamina C, poderoso antioxidante, também está presente na especiaria. A seguir, veja oito poderes da pimenta:

 

1. Emagrece
Diminuição do apetite e queima de calorias: pimenta no prato signifca ajuda extra contra os quilos a mais!

2. Previne o envelhecimento precoce
O tempero oferece cerca de quatro vezes mais vitamina C do que a laranja, nutriente que atua contra os efeitos da idade

3. Afrodisíaca!
Sabe o termo “apimentar a relação”? Pois é, um pouco de pimenta dá aquele empurrãozinho para estimular o apetite sexual

4. Solte a risada
Rir não faz mal a ninguém, certo? Fique sabendo que o consumo do tempero também está associado à melhora do humor

5. Abaixo o colesterol!
Quem consome pimenta preza por níveis reduzidos desse vilão, que adora arranjar encrenca com o coração

6. Intestino sem crise
A pimenta possui agentes químicos que ajudam a eliminar bactérias inimigas do bom funcionamento do intestino

7. Câncer no alvo
Estudos demonstram que um pouco de pimenta no cardápio ajuda a prevenir e auxiliar no combate de tumores

8. Xô, dor de cabeça!
Para quem vive reclamando desse tormento, comer pimenta pode ajudar a refrescar a cuca

 

Os idosos no Brasil

Os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2000. O instituto considera idosas as pessoas com 60 anos ou mais, mesmo limite de idade considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os países em desenvolvimento. Em uma década, o número de idosos no Brasil cresceu 17%, em 1991, ele correspondia a 7,3% da população. O envelhecimento da população brasileira é reflexo do aumento da expectativa de vida, devido ao avanço no campo da saúde e à redução da taxa de natalidade. Prova disso é a participação dos idosos com 75 anos ou mais no total da população – em 1991, eles eram 2,4 milhões (1,6%) e, em 2000, 3,6 milhões (2,1%). A população brasileira vive, hoje, em média, de 68,6 anos, 2,5 anos a mais do que no início da década de 90. Estima-se que em 2020 a população com mais de 60 anos no País deva chegar a 30 milhões de pessoas (13% do total), e a esperança de vida, a 70,3 anos. O quadro é um retrato do que acontece com os países como o Brasil, que está envelhecendo ainda na fase do desenvolvimento. Já os países desenvolvidos tiveram um período maior, cerca de cem anos, para se adaptar. A geriatra Andrea Prates, do Centro Internacional para o Envelhecimento Saudável, prevê que, nas próximas décadas, três quartos da população idosa do mundo esteja nos países em desenvolvimento. A importância dos idosos para o País não se resume à sua crescente participação no total da população. Boa parte dos idosos hoje são chefes de família e nessas famílias a renda média é superior àquelas chefiadas por adultos não-idosos. Segundo o Censo 2000, 62,4% dos idosos e 37,6% das idosas são chefes de família, somando 8,9 milhões de pessoas. Além disso, 54,5% dos idosos chefes de família vivem com os seus filhos e os sustentam.

Álcool e Alcoolismo

Álcool e Alcoolismo                                     

  Muitas pessoas que consomem álcool podem limitar a quantidade que ingerem, não sofrendo conseqüências maléficas à sua saúde. Mas, milhões de outras pessoas bebem em excesso e pagam o preço. O abuso do consumo de álcool provoca o vício, que é um enorme problema social, econômico e de saúde pública no Brasil. O tratamento da pessoa dependente em consumir álcool é complexo, pois a maioria destas pessoas nega que são viciadas (alcoólatras). Sem exagero, o alcoolismo é uma doença. Então o que é alcoolismo? Sim, é uma doença, de desenvolvimento vagaroso (crônica), freqüentemente progressiva e causa a morte. Um grande número de pessoas leva anos para atingir a dependência, porém os jovens também podem ficar viciados, dependendo do consumo e da freqüência com que bebem. Mais triste ainda, é que o álcool é a causa de acidentes fatais, incluindo acidentes de automóveis, afogamentos, suicídios e outros. Só nos Estados Unidos acidentes relacionados ao uso de álcool matam mais de dois mil jovens por ano. Como é que o álcool afeta a pessoa? O álcool é usado em muitos produtos, como perfumes, essências de produtos alimentícios, tintas e outros. O álcool que bebemos é o álcool etílico líquido, que é transparente, que se tomado puro, causa uma sensação de queimação na boca e na garganta. Ele é produzido pela fermentação da cana, ou de uvas ou mesmo de cereais. Quando se bebe álcool, o mesmo deprime o cérebro, causando uma sensação sedativa ou tranqüilizante, o que afeta negativamente a capacidade de pensar; assim como as emoções e o bom senso. Se a ingestão de álcool for maior ainda, ele afeta nossa fala e a capacidade de andar corretamente. E por fim, se ingerida quantidade maior ainda de álcool, entramos em estado de coma e finalmente vem a morte. A maior parte do álcool, passa do tubo digestivo para a circulação do sangue, na parte do intestino, logo após o estômago. A absorção pelas paredes do estômago não é grande, porém, se não comermos antes de beber, o álcool chega mais rápido ao intestino e o efeito vem mais rápido. O álcool penetrando através da parede do intestino, entra imediatamente no sangue, onde é distribuído por todo o corpo e em todos os locais onde existe água, inclusive dentro das células minúsculas. Quase todo o álcool é queimado no seu corpo como combustível, assim como a gasolina no automóvel. Um pouco de álcool sai pela urina e pelos pulmões. O álcool dilata os vasos sangüíneos e sente-se uma sensação de calor temporário. Nota-se, isto, pelo rosto vermelho da pessoa que bebeu. O álcool fornece energia, mas não fornece alimentos, minerais ou vitaminas. Muitos alcoólatras deixam de se alimentar bem, emagrecem e a droga danifica principalmente o fígado que é o laboratório do nosso organismo. Mais adiante o fígado vai deixando de funcionar porque é substituído por tecido cicatricial. Uma pessoa neste estágio,então está com a chamada cirrose, que não tem cura. 

 

 J.C.Lane é professor titular colaborador da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

Professores selecionados

Relação de professores  selecionados para o Apoio Pedagógico Aprender

1 – Milena Pereira Silva

2  – Ingrid Bahia Chaves

3 – Magna Bonfim Luz

4 – Erika Mirtes Prates Cardosos

20 de Maio, “Dia Nacional dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem”.

Conforme a RESOLUÇÃO COFEN Nº 294/2004, o Dia 20 de Maio foi escolhido para celebrar o “Dia Nacional dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem”.

Os profissionais Técnicos em Enfermagem com exercício regulamentado por lei, integram uma equipe que desenvolve, sob a supervisão do Enfermeiro, ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação referenciadas nas necessidades de saúde individuais e coletivas, determinadas pelo processo gerador de saúde e doença.

Parabéns a estes profissionais, que diariamente proporcionam qualidade de vida ao ser humano

á 12 a 20 de maio Semana de Enfermagem – 15 de maio dia do Assistente Social

No dia 12 de maio de 2010, O HGVC estará promovendo um momento de reflexão e homenagem a estas profissões. Será realizada a palestra: Enfermagem e Serviço Social: Interdisciplinaridade dos Serviços. Terá  como palestrante, a Enfermeira Olguimar Ivo . Este evento será realizado as 19:30 no auditório da FAINOR.

Politécnico Boock forma mais turmas em Técnico em Enfermagem.

O Colégio Politécnico em Enfermagem realizou neste Sábado dia 24 de Abril a formatura de 2 turmas do curso técnico em Enfermagem. O evento foi realizado no auditório da Escola Adventista de Vitória da Conquista.

Politecnico Boock e SESC realizam evento em Vitória da Conquista

Alunos e professores do Colégio Politécnico Boock e SESC realizaram no dia 26 de Abril um evento em comemoração ao Dia Nacional de Combate a Hipertensão.

Dia Nacional de Prevenção da Hipertensão

O Colégio Politécnico Boock e o SESC-Conquista realizaram nesta segunda-feira, 26 de Abril de 2010 um evento na praça  9 de Novembro durante todo o dia, aferindo a pressão arterial dos que passaram pela praça, alunos e seus respectivos professores realizaram centenas de aferições.

 

 

Seleção para professores

O Projeto Aprender do Boock, seleciona profesores para as áreas de   Exatas, Lingua Portuguesa e Conhecimento Gerais.
Interessados enviar currículo.

Vacinação de grávidas e doentes contra H1N1

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (13) que 20,4 milhões de pessoas foram vacinadas contra o vírus H1N1 desde o início da campanha, no dia 8 de março. O número representa 34,8% do público-alvo das três primeiras etapas da vacinação. A imunização de mulheres grávidas (48,7%) e pessoas com doenças crônicas (44,2%) está abaixo do esperado, segundo o ministério. Já a vacinação de funcionários da área de saúde superou 97% e a de crianças entre 2 e 6 anos atingiu, até o momento, 73%. Grávidas, crianças pequenas, doentes crônicos e jovens entre 20 e 29 anos têm até o dia 23 para se vacinar. Deste último grupo 20,2% foram imunizados. O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação para os quatro grupos que já podem procurar os postos de saúde. Segundo o ministério, eles concentram 90% dos casos da nova gripe e mortes em 2009. Dos 2.051 óbitos registrados no ano passado, 1.539 (75%) ocorreram em pessoas com doenças crônicas. Entre as grávidas, a mortalidade foi 50% maior que na população geral. Campanha Para ser imunizado, é preciso ir aos postos de vacinação levando documento de identidade com foto. O medicamento é contra-indicado a quem tem alergia a ovo. Na última sexta-feira o Ministério da Saúde prorrogou até o dia 23 de abril a vacinação de grávidas, doentes crônicos (exceto idosos) e crianças de seis meses e menores de dois anos. Para quem faz parte desses grupos, não é necessário apresentar atestado médico comprovando gravidez ou doença crônica. Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês que já completaram seis meses de idade e os menores de dois anos. É muito importante levar o cartão de vacinação das crianças, diz o ministério. Elas receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois do dia 23 de abril, também poderá ser vacinada normalmente. Em relação aos doentes crônicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos. Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Os idosos com doenças crônicas devem aguardar. A população com mais de 60 anos terá uma etapa exclusiva, entre os dias 24 de abril e 7 de maio, juntamente com a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra gripe comum.

 CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE A (H1N1)

8 a 19 de março

 Profissionais da Saúde Médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica. Povos indígenas População que vive em aldeias. A vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

22 de março a 23 de abril

 Gestantes Mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 23 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio. Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas: • Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos); • Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar); • Asmáticos (formas graves); • Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória; • Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular); • Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico); • Diabetes mellitus; • Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral); • Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise); • Doença hematológica (hemoglobinopatias); • Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki); • Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca; • Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

Crianças entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses). Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.

 5 a 23 de abril

População de 20 a 29 anos Qualquer pessoa nessa faixa etária.

24 de abril a 7 de maio

Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). O período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A (H1N1) caso tenham algum destes problemas: • Obesidade grau 3 – antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos); • Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar); • Asmáticos (formas graves); • Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória; • Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular); • Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico); • Diabetes mellitus; • Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral); • Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise); • Doença hematológica (hemoglobinopatias); • Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki); • Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca; • Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

10 a 21 de maio

População de 30 a 39 anos Qualquer pessoa nessa faixa etária.

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