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	<title>POLITÉCNICO BOOCK :: Colégio . Vitória da Conquista . Bahia &#187; Saúde</title>
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		<title>Dia Nacional de Prevenção da Hipertensão</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 11:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pol.Boock</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Politecnico Boock]]></category>
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		<description><![CDATA[O Colégio Politécnico Boock e o SESC-Conquista realizaram nesta segunda-feira, 26 de Abril de 2010 um evento na praça  9 de Novembro durante todo o dia, aferindo a pressão arterial dos que passaram pela praça, alunos e seus respectivos professores realizaram centenas de aferições.     Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Colégio Politécnico Boock e o SESC-Conquista realizaram nesta segunda-feira, 26 de Abril de 2010 um evento na praça  9 de Novembro durante todo o dia, aferindo a pressão arterial dos que passaram pela praça, alunos e seus respectivos professores realizaram centenas de aferições.</p>
<p> <a href="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/hipertensão-0121.jpg" rel="lightbox[64]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-80" title="hipertensão 012" src="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/hipertensão-0121-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p> <a href="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/hipertensão-0251.jpg" rel="lightbox[64]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-81" title="hipertensão 025" src="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/hipertensão-0251-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/hipertensão-0224.jpg" rel="lightbox[64]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-82" title="hipertensão 022" src="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/hipertensão-0224-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Pesquisa americana revela que dormir à tarde ajuda no aprendizado</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 20:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pol.Boock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Globo.com / Fantástico Segundo o estudo, quem dorme cerca de uma hora e meia à tarde passa a ter mais facilidade para receber novas informações. Mas para não prejudicar o sono noturno, a soneca não deve ser muito longa. Tweet]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Fonte: Globo.com / Fantástico</strong></p>
<p>Segundo o estudo, quem dorme cerca de uma hora e meia à tarde passa a ter mais facilidade para receber novas informações. Mas para não prejudicar o sono noturno, a soneca não deve ser muito longa.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1219956&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1219956&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1219956&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
<div id="tweetbutton46" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2010%2F03%2F03%2Fpesquisa-americana-revela-que-dormir-a-tarde-ajuda-no-aprendizado%2F&amp;text=Pesquisa%20americana%20revela%20que%20dormir%20%C3%A0%20tarde%20ajuda%20no%20aprendizado&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2010%2F03%2F03%2Fpesquisa-americana-revela-que-dormir-a-tarde-ajuda-no-aprendizado%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Medicamento contra Alzheimer da Pfizer não passa em teste</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 19:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pol.Boock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[598 pacientes nas Américas e Europa foram avaliados por 6 meses. Remédio trouxe melhoria marginal em relação a placebos. Fonte: G1 O laboratório farmacêutico americano Pfizer anunciou nesta quarta-feira que os testes clínicos de fase 3 mostraram a falta de eficácia de um novo medicamento contra o mal de Alzheimer, batizado de Dimebon. &#8220;Os resultados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>598 pacientes nas Américas e Europa foram avaliados por 6 meses. Remédio trouxe melhoria marginal em relação a placebos.</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong> Fonte: G1 </strong></p>
<p><a href="http://centralillinoisproud.com/media/jpg/Alzheimers562009-07-06-1246911676.jpg" rel="lightbox[36]"><img class="alignright" src="http://centralillinoisproud.com/media/jpg/Alzheimers562009-07-06-1246911676.jpg" alt="" width="202" height="269" /></a>O laboratório farmacêutico americano Pfizer anunciou nesta quarta-feira que os testes clínicos de fase 3 mostraram a falta de eficácia de um novo medicamento contra o mal de Alzheimer, batizado de Dimebon.</p>
<p>&#8220;Os resultados do estudo são inesperados e estamos decepcionados pela comunidade que sofre com o Alzheimer&#8221;, comentou David Hung, diretor-geral do laboratório Medivation, que trabalha em conjunto com a Pfizer no projeto.</p>
<p>&#8220;Avaliamos os dados desse estudo com a Medivation. Depois da análise, a Pfizer poderá decidir as próximas etapas do programa Dimebon&#8221;, declarou um diretor da Pfizer, Briggs Morrison.</p>
<p>Dois estudos revelaram que o Dimebon era bem tolerado, mas um teste para examinar especificamente a eficácia, que analisou 598 pacientes na América do Norte, Europa e América do Sul durante seis meses, não alcançou os objetivos, fornecendo apenas melhoras marginais em relação a placebos.</p>
<p>Outros quatro estudos de fase 3 do Dimebon estão em curso.</p>
<div id="tweetbutton36" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2010%2F03%2F03%2Fmedicamento-contra-alzheimer-da-pfizer-nao-passa-em-teste%2F&amp;text=Medicamento%20contra%20Alzheimer%20da%20Pfizer%20n%C3%A3o%20passa%20em%20teste&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2010%2F03%2F03%2Fmedicamento-contra-alzheimer-da-pfizer-nao-passa-em-teste%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cientistas descobrem onde a inteligência mora no cérebro</title>
		<link>http://blog.politecnicoboock.com.br/2010/02/26/cientistas-descobrem-onde-a-inteligencia-mora-no-cerebro/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 10:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Os resultados mostram que, em vez de residir em uma única estrutura, a inteligência geral é determinada por uma rede de regiões ao longo dos dois lados do cérebro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/inteligencia-no-cerebro.jpg" rel="lightbox[27]"><img class="alignright size-full wp-image-28" title="inteligencia-no-cerebro" src="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/inteligencia-no-cerebro.jpg" alt="" width="250" height="118" /></a></p>
<p><strong>O que é inteligência</strong></p>
<p>Um grupo internacional de cientistas acredita ter encontrado o depósito da  inteligência geral dentro do cérebro humano.</p>
<p>O estudo, publicado na revista acadêmica <em>Proceedings of the National  Academy of Sciences</em>, adiciona novas informações a uma questão altamente  controversa: O que é a inteligência e como podemos medi-la?</p>
<p><strong>Mapa da inteligência no cérebro</strong></p>
<p>Os pesquisadores analisaram uma base de dados única e muito valiosa: um  conjunto de imagens médicas feitas em 241 pacientes com lesões cerebrais que  também haviam passado por testes de QI (Quociente de Inteligência).</p>
<p>A localização de cada uma das lesões foi mapeada dentro dos cérebros dos  pacientes e correlacionada com o QI de cada paciente, produzindo um mapa das  regiões do cérebro que parecem influenciar mais a inteligência.</p>
<p><strong>Inteligência geral</strong></p>
<p>&#8220;A inteligência geral, também chamada de Fator G de Spearman, tem sido um  conceito altamente controverso,&#8221; afirma Ralph Adolphs, do Instituto de  Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;Mas a ideia básica por trás dele é plenamente aceita: na média, os  resultados alcançados por cada pessoa em diversos tipos de testes são  correlacionados. Algumas pessoas simplesmente têm resultados melhores, enquanto  outros apresentam resultados mais baixos. Assim, a próxima questão que surge  óbvia é se essa capacidade geral pode depender de regiões específicas do  cérebro,&#8221; diz Adolphs.</p>
<p><strong>Integração do cérebro</strong></p>
<p>Os resultados mostram que, em vez de residir em uma única estrutura, a  inteligência geral é determinada por uma rede de regiões ao longo dos dois lados  do cérebro.</p>
<p>&#8220;Uma das principais descobertas que realmente nos surpreendeu é que há um  sistema distribuído aqui. Várias regiões do cérebro, e as conexões entre elas,  são o mais importante para a inteligência geral,&#8221; explica Jan Gläscher, que  coordenou a pesquisa.</p>
<p>Há uma noção de que a inteligência em geral não dependeria de regiões  específicas do cérebro, tendo a ver com as funções cerebrais como um todo.</p>
<p>&#8220;Mas não foi isto o que nós descobrimos. De fato, as regiões e conexões  particulares que nós encontramos estão bem ajustadas a uma teoria sobre a  inteligência chamada &#8216;teoria da integração parieto-frontal&#8217;. Essa teoria afirma  que a inteligência geral depende da capacidade do cérebro para integrar vários  tipos diferentes de processamento,&#8221; diz Adolphs.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam que as descobertas estabelecem patamares para a  realização de novas pesquisas sobre como o cérebro, a inteligência e o ambiente  interagem.</p>
<p>Fonte: http://bit.ly/dhpUd6</p>
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<div id="tweetbutton27" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2010%2F02%2F26%2Fcientistas-descobrem-onde-a-inteligencia-mora-no-cerebro%2F&amp;text=Cientistas%20descobrem%20onde%20a%20intelig%C3%AAncia%20mora%20no%20c%C3%A9rebro&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2010%2F02%2F26%2Fcientistas-descobrem-onde-a-inteligencia-mora-no-cerebro%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Como ajudar os pequenos a controlar as emoções</title>
		<link>http://blog.politecnicoboock.com.br/2010/02/25/como-ajudar-os-pequenos-a-controlar-as-emocoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 17:31:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Sentir medo em situações novas faz parte da natureza humana e cabe a todos na creche saber como lidar com essa realidade para evitar dificuldades no futuro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a href="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/fernanda.bmp" rel="lightbox[23]"><img class="alignright size-full wp-image-24" title="Foto: Fernanda" src="http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/uploads/fernanda.bmp" alt="" /></a><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Foto: Fernanda Sá</span></h2>
<p>O ser humano, todos sabem, é um animal muito frágil. Diferentemente de outros  mamíferos, que já nascem em pé e rapidamente aprendem a buscar alimento e se  defender, os bebês dependem dos adultos por um longo tempo. Assim, desde o  início da vida, eles experimentam a sensação de medo. Acredita-se que os  primeiros temores se manifestem por volta dos 3 ou 4 meses de idade. &#8220;Nessa  fase, o bebê adquire a capacidade de distinguir o familiar do estranho e aprende  a diferenciar a mãe (ou o responsável) de tudo o que o rodeia&#8221;, explica a  psicóloga Vera Zimmermann, coordenadora do Centro de Referência da Infância e  Adolescência da Universidade Federal de São Paulo. &#8220;Ao perceber a existência de  um desconhecido, ele teme perder o amparo materno.&#8221;</p>
<p>Esse sentimento é  parte da nossa vida e &#8220;é importante para a própria proteção, pois inibe a  exposição excessiva aos riscos&#8221;, diz a professora Márcia Barbosa da Silva, da  Universidade Estadual de Ponta Grossa, no Paraná. A psicopedagoga Eliane Pisani  Leite, de Brasília, completa: &#8220;O medo era uma proteção que o homem das cavernas  tinha contra os ataques de predadores e até hoje nos permite sobreviver graças  ao recurso da fuga quando algo nos ameaça&#8221;. Até os 3 anos, é o receio de ser  abandonado que mais apavora os pequenos. O escuro, a queda, o barulho e a luz  forte estão, desde sempre, relacionados à separação da mãe. A partir dos 2 anos,  o repertório aumenta em razão da descoberta do mundo simbólico. É por isso que  muitas crianças querem distância de pessoas fantasiadas, como palhaços e Papai  Noel.</p>
<p>Por isso, ingressar numa escola de Educação Infantil é uma  situação nova que pode provocar medo. Afinal, não haverá ninguém da família por  perto. Daí a importância da adaptação. &#8220;Nos primeiros dias, o bebê ou a criança  pequena podem ficar pouco tempo na creche para minimizar esse impacto&#8221;,  recomenda Márcia. Uma recepção calorosa e afetiva dos professores e auxiliares é  fundamental para que os pequenos se sintam confiantes e protegidos. Melhor ainda  se eles puderem ser recebidos sempre pela mesma pessoa.</p>
<p>Todo adulto que vive com crianças precisa saber lidar com o medo infantil. &#8220;Se  esse sentimento não for adequadamente trabalhado, pode provocar timidez  excessiva, ansiedade e até fobias&#8221;, alerta o psicanalista e psiquiatra Conceil  Correa, da Associação Brasileira das Inteligências Múltiplas e Emocional, em São  Paulo. Além disso, os temores prejudicam o aprendizado, já que o assustado só  quer ficar no colo e pára de brincar com os colegas.</p>
<p>Como identificar o  medo? Quando o pequeno ainda não aprendeu a falar, a solução é observar reações  como choro, expressão de susto, coração acelerado, respiração intensa,  inquietação, músculos contraídos e retraimento. Ao passar a conversar,  rapidamente surgem frases como &#8220;estou com medo&#8221;, &#8220;não gosto&#8221;, &#8220;escutei um  barulho&#8221; e &#8220;está atrás da porta&#8221; para expressar a angústia.</p>
<p>Além de  tranqüilizar e acolher, você pode (sem forçar) estimular os que têm medo a  falar, desenhar ou expressar o que os aflige. Assim, eles podem compreender o  que estão sentindo e aprender a lidar com isso. Outra ação eficiente é dizer que  você também sente medo. &#8220;A criança entende que a sensação é comum a todos&#8221;,  ensina Márcia. Ler livros infantis também ajuda muito. &#8220;As histórias confortam,  pois mostram que, apesar dos temores das dificuldades dos personagens, eles  conseguem ir em frente&#8221;, diz Jefferson Mainardes, da Universidade Estadual de  Ponta Grossa.</p>
<p>Bebês e crianças com deficiência também sentem medo e  existem pequenas variações na hora de atendêlas. O deficiente auditivo, por  exemplo, pode sentir receio de um ambiente desconhecido, mas levar um brinquedo  de casa para a creche costuma ser eficaz. É possível que o cego tema a  dificuldade de se fazer entender. Então, procure comunicar-se com ele da mesma  forma que a família. A criança com deficiência mental às vezes se assombra com  um desenho na TV. Nesse caso, evite trabalhar com o mesmo personagem. Em  qualquer situação, os pais precisam ser avisados. Explique que não basta dizer  aos filhos que &#8220;isso não é nada&#8221; e tente orientálos a falar sobre o sentimento.</p>
<div id="box-solida">
<p>Um fantoche contra os  temores</p>
<p>Uma professora da Escola de Educação Infantil Girassol, em Piracicaba, no  interior de São Paulo, desenvolveu durante uma semana um projeto com sua turma  de 3 anos para tranqüilizar as crianças em relação a seus medos. Antes de  iniciar o trabalho, ela pediu que cada uma trouxesse de casa um par de meias  velhas na cor branca para confeccionar um fantoche. No primeiro dia, outra  professora, também contadora de histórias, narrou um livro sobre o medo  utilizando um boneco. Em seguida, os pequenos fizeram os fantoches com a ajuda  dos adultos.</p>
<p>Na hora de caracterizá-los, o desafio era representar os  temores. Todos fizeram isso pintando a cara do boneco, amarrando os cabelos e  vestindo roupas nele &#8211; tudo com materiais simples e baratos, como estopa,  canetas hidrocor e retalhos de tecido. &#8220;A utilização de um material concreto e  pessoal &#8211; a meia, no caso &#8211; para expressar os temores ajudou as crianças a  pensar sobre o que elas estavam sentindo&#8221;, lembra a diretora, Iraídes Varela.</p>
<p>Nesse mesmo dia, a professora pediu que cada criança usasse o fantoche  para falar sobre os próprios medos. &#8220;Depois de exteriorizar seus sentimentos,  notamos que todos passaram a se sentir mais tranqüilos. Os receios diminuíram e  a turma percebeu que o &#8216;fantasma&#8217; não era tão feio quanto parecia&#8221;, diz a  diretora. Na semana seguinte, a missão da meninada foi confeccionar, com a  segunda meia, um boneco semelhante ao primeiro para presentear um amigo. &#8220;Essa  foi a forma que encontramos para que as crianças pudessem compartilhar a  experiência assimilada&#8221;, finaliza Iraídes.</p>
</div>
<div id="box-doted">
<p>Quer saber  mais?</p>
<p><strong>CONTATOS</strong><br />
<strong><a href="mailto:conceilcorrea@terra.com.br">Conceil  Correa</a></strong><br />
<strong><a href="mailto:pisani.leite@terra.com.br">Eliane  Pisani Leite</a></strong><br />
<strong>Escola de Educação Infantil  Girassol</strong>, Trav. da Saudade, 53, 13417-783, Piracicaba, SP, tel. (19)  3426-8126<br />
<strong><a href="mailto:jefferson.m@uol.com.br">Jefferson  Mainardes</a></strong><br />
<strong><a href="mailto:mbsylva@uol.com.br">Márcia  Barbosa</a></strong><br />
<strong><br />
</strong></p>
</div>
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		<title>Única vacina para HIV com sucesso parcial tem efeito temporário</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aids]]></category>
		<category><![CDATA[hiv]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Folha Online Cientistas anunciaram nesta sexta-feira (19) mais um obstáculo na luta contra a Aids. A vacina que, em setembro do ano passado, ganhou destaque por conseguir diminuir em 31% o risco de contaminação por HIV em voluntários na Tailândia, na verdade não funciona tão bem. Segundo os próprios pesquisadores que a testaram, a proteção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: Folha Online</strong></p>
<p><a href="http://img.terra.com.br/i/2009/06/18/1239131-4377-it2.jpg" rel="lightbox[8]"><img class="alignright" src="http://img.terra.com.br/i/2009/06/18/1239131-4377-it2.jpg" alt="" width="229" height="256" /></a>Cientistas anunciaram nesta sexta-feira (19) mais um obstáculo na luta contra a Aids. A vacina que, em setembro do ano passado, ganhou destaque por conseguir diminuir em 31% o risco de contaminação por HIV em voluntários na Tailândia, na verdade não funciona tão bem.</p>
<p>Segundo os próprios pesquisadores que a testaram, a proteção que ela oferece é apenas temporária &#8211;cerca de um ano. O valor de 31% pode não parecer alto. Realmente seria necessário mais do que isso para que fosse viável produzir uma vacina em grande escala. Mas era a primeira vez em que uma vacina tinha algum grau de sucesso, mesmo que parcial.</p>
<p>A esperança era que, a partir dela, fosse possível desenvolver uma imunização mais eficaz. Por isso, na época, os cientistas envolvidos na pesquisa estavam otimistas. Eles pertenciam a órgãos americanos &#8211;incluindo o Exército&#8211; e tailandeses, além de uma empresa e uma ONG, donas cada uma de metade da vacina.</p>
<p>Anthony Fauci, chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, um dos financiadores do teste na Tailândia, disse então: &#8220;Faz mais de 20 anos que todas as vacinas foram essencialmente fracassos. Parece que estávamos tateando por um corredor escuro, até que uma porta finalmente se abriu&#8221;. A porta continua aberta, mas agora parece que será ainda mais difícil atravessá-la.</p>
<p><span id="more-8"></span><strong>Ainda útil</strong></p>
<p>Para o coronel Nelson Michael, do Instituto Walter Reed de Pesquisas do Exército dos EUA, que anunciou as novas descobertas na Conferência de Retrovírus e Infecções Oportunistas, em São Francisco (EUA), a vacina ainda é útil. &#8220;Ela tem um efeito fraco e modesto, mas é possível construir algo a partir dela.&#8221;</p>
<p>Para ele, o tempo limitado de proteção da vacina, conhecida como RV 144, não é motivo para jogá-la no lixo. &#8220;É o ideal? Não é. Mas existem vacinas, como a da gripe, que você tem de tomar todos os anos.&#8221;</p>
<p>Esper Kallás, infectologista da USP, concorda. &#8220;É algo que acaba criando mais um problema, mas não é um abalo. A situação ainda é melhor do que alguns meses atrás, quando a gente não tinha nada.&#8221; Para ele, as estratégias de vacinação podem se adaptar a uma vacina que não dure a vida inteira.</p>
<p>&#8220;Em diferentes fases da vida, as pessoas tem riscos diferentes de infecção pelo HIV. Uma criança praticamente não tem risco de transmissão sexual, mas no final da adolescência esse risco dá um pulo. Você pode identificar os períodos de vulnerabilidade e adequar as estratégias de vacinação.&#8221;</p>
<p><strong>Como assim?</strong></p>
<p>Quando anunciaram o sucesso parcial da vacina, os cientistas deixaram claro que não conheciam bem como ela funcionava. Agora, além de não saberem como ela funciona, também não entendem como ela perde eficácia com o tempo.</p>
<p>&#8220;Todos querem saber por que ela funcionou e quais testes poderíamos ter feito no laboratório para prever isso&#8221;, diz Michael. O sangue dos voluntários continuará a ser analisado em busca de pistas que possam levar a explicações sobre como a vacina funciona, diz ele.</p>
<p>Os resultados dessas novas análises levarão cerca de um ano. Enquanto isso, cientistas no mundo inteiro estarão procurando paralelamente maneiras de entender como vacinas podem barrar o HIV.</p>
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		<title>Proteínas naturais bloqueiam vírus H1N1, causador da nova gripe, diz estudo</title>
		<link>http://blog.politecnicoboock.com.br/2009/12/23/proteinas-naturais-bloqueiam-virus-h1n1-causador-da-nova-gripe-diz-estudo/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 20:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[h1n1]]></category>
		<category><![CDATA[proteínas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: G1 Elas também barraram avanço de vírus da dengue. Pesquisa publicada na revista ‘Cell’ é de cientistas americanos. Proteínas naturais do ser humano bloqueiam a reprodução do H1N1, o vírus causador da nova gripe. A compreensão dessas funções, antes ignoradas pela ciência, abre caminho para tratamentos mais eficazes, anunciaram nesta quinta-feira (17) pesquisadores do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
<p><a href="http://whataversity.files.wordpress.com/2009/07/020564756-fmm00.jpg" rel="lightbox[21]"><img class="alignright" src="http://whataversity.files.wordpress.com/2009/07/020564756-fmm00.jpg" alt="" width="321" height="229" /></a>Elas também barraram avanço de vírus da dengue. Pesquisa publicada na revista ‘Cell’ é de cientistas americanos. Proteínas naturais do ser humano bloqueiam a reprodução do H1N1, o vírus causador da nova gripe. A compreensão dessas funções, antes ignoradas pela ciência, abre caminho para tratamentos mais eficazes, anunciaram nesta quinta-feira (17) pesquisadores do Howard Hughes Medical Institute, liderados por Stephen Elledge.</p>
<p>Os resultados do estudo americano foram publicados na versão on-line da revista “Cell”. A ação das proteínas pode desacelerar a disseminação da influenza pandêmica. A proteína também consegue bloquear outros vírus, como o da dengue e da febre do Nilo Sem a presença das proteínas da clase IFITM3, o H1N1 se reproduz 5 a 10 vezes mais rápido, explicou Elledge. Elevando os níveis de IFITM3, o vírus da nova gripe foi totalmente bloqueado. Proteínas da classe IFITM1 e IFITM2 também são eficazes no combate ao vírus influenza A (H1N1), a qualquer outra cepa de vírus da gripe e, para surpresa dos cientistas, ao vírus de dengue e de febre do Nilo.</p>
<p><span id="more-21"></span>O estudo contou com a colaboração de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade Harvard, do Hospital-Geral de Massachusetts, da Faculdade de Medicina da Universidade Yale e do Wellcome Trust Sanger Institute, em Cambridge, Reino Unido. Os pesquisadores ainda não têm certeza dos mecanismos pelos quais a IFITM3 e suas “primas” conseguem barrar vírus. Não se sabe ainda se uma longa exposição a níveis maiores que os normais de IFITM3 pode ser prejudicial ao organismo humano.</p>
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		<title>Governo da Bahia emite nota sobre avanço da meningite em Itapuã</title>
		<link>http://blog.politecnicoboock.com.br/2009/03/19/governo-da-bahia-emite-nota-sobre-avanco-da-meningite-em-itapua/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 18:29:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
		<category><![CDATA[meningite]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Bahia.gov.br O QUE É: A meningite é uma inflamação das membranas que reveste o cérebro, podendo ser causada por diversos agentes infecciosos como bactérias, vírus, fungos e agentes não infecciosos como algumas substâncias químicas. Ocorre durante todo o ano com predominância nos períodos mais frios. Das meningites de origem infecciosa, as principais são as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fonte: Bahia.gov.br</strong></p>
<p><strong>O QUE É:</strong><br />
<a href="http://www.atarde.com.br/arquivos/2009/02/84791.jpg" rel="lightbox[19]"><img class="alignright" src="http://www.atarde.com.br/arquivos/2009/02/84791.jpg" alt="" width="284" height="200" /></a>A meningite é uma inflamação das membranas que reveste o cérebro, podendo ser causada por diversos agentes infecciosos como bactérias, vírus, fungos e agentes não infecciosos como algumas substâncias químicas. Ocorre durante todo o ano com predominância nos períodos mais frios. Das meningites de origem infecciosa, as principais são as causadas por vírus e bactérias, pela magnitude e potencial de produzir surtos. As meningites bacterianas apresentam quadro clínico grave, diferentemente das virais que possuem uma evolução rápida e benigna.</p>
<p>Dentre as meningites bacterianas destaca-se a Doença Meningocócica, causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococo) subdividida em sorogrupos (A,B,C,W135 e Y), que pode se apresentar em três formas clínicas: meningite meningocócica, meningococcemia ou as duas formas associadas. A meningite meningocócica caracteriza-se por início súbito, com febre, cefaléia intensa, náuseas, vômito, rigidez de nuca e frequentemente pode surgir erupções e petéquias. A meningococcemia inicia com mal súbito, febre alta, calafrios, prostração acompanhada de manifestações hemorrágicas na pele (petéquias e equimose) que se desenvolve de forma fulminante, podendo evoluir a óbito, em poucas horas.</p>
<p><strong>A SITUAÇÃO ATUAL:</strong><br />
No município de Salvador até a semana epidemiológica 10 (13/03/2009) ocorreram 19 casos de Doença Meningocócica com a verificação de 4 óbitos. Os casos estão distribuídos por 8 distritos sanitários, sendo que a maior incidência foi no distrito de Itapuã, onde houve registro de 7 casos e 2 óbitos, sendo 3 casos residentes na Baixa do Soronha, 2 na Travessa do Gravatá, 1 em São Cristóvão e outro em Mussurunga. Verificou-se a relação de parentesco em 04 casos, mas não foi confirmado o contato íntimo entre os mesmos. Foi confirmado o sorogrupo C em 5 casos por exame laboratorial (Látex). A ocorrência de 6 casos com início dos sintomas entre os dias 02 e 07 de março e em localidades próximas está preocupando as autoridades sanitárias, que vem adotando as medidas de controle pertinentes.</p>
<p><span id="more-19"></span><strong>TRATAMENTO E MEDIDAS DE CONTROLE</strong></p>
<p>O tratamento deverá ser realizado em ambiente hospitalar, o mais rápido possível, preferencialmente logo após a punção lombar e coleta de sangue para o esclarecimento do agente etiológico. A quimioprofilaxia é a principal medida para prevenção de casos co-primários e secundários, muito embora não assegure efeito protetor absoluto e prolongado, tem sido adotada como medida eficaz de controle. A quimioprofilaxia também está indicada para pacientes com doença meningocócica antes da alta, exceto se o tratamento da doença foi realizado com Ceftriaxone, droga capaz de eliminar o meningococo da orofaringe. Em função da situação epidemiológica ressaltamos:</p>
<p>? A doença meningocócica é uma doença de notificação compulsória e imediata, sendo necessário o preenchimento da ficha de notificação e investigação;<br />
? O diagnóstico, assistência médica e tratamento adequado devem ser assegurados a todos os pacientes suspeitos;<br />
? Os profissionais deverão estar atentos aos casos com sintomatologia compatível com outras doenças, como as viroses,dentre elas a Dengue, para realizar o diagnóstico diferencial;<br />
? Deve-se esclarecer a população sobre os sinais e sintomas da doença (febre, dor de cabeça, rigidez de nuca e vômitos) para que procure atendimento médico imediato na Unidade de Saúde mais próxima;<br />
? Realização da coleta de amostras (soro e líquor) para diagnóstico etiológico em todos os serviços onde o atendimento for realizado;<br />
? Investigação hospitalar e/ou domiciliar de todos os casos e busca de casos suspeitos ou confirmados na rede assistencial pelas equipes de vigilância epidemiológica municipais.</p>
<p>Contatos: Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador: 2201-8642/8639 Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde da Bahia – 3354-3308/4707 Coordenação Estadual de Vigilância às Emergências de Saúde Pública – 9994-1088</p>
<div id="tweetbutton19" class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2009%2F03%2F19%2Fgoverno-da-bahia-emite-nota-sobre-avanco-da-meningite-em-itapua%2F&amp;text=Governo%20da%20Bahia%20emite%20nota%20sobre%20avan%C3%A7o%20da%20meningite%20em%20Itapu%C3%A3&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Fblog.politecnicoboock.com.br%2F2009%2F03%2F19%2Fgoverno-da-bahia-emite-nota-sobre-avanco-da-meningite-em-itapua%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://blog.politecnicoboock.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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